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Mais de um terço da água potável do mundo está perdido de sistemas de abastecimento de água urbanos, nos custando mais de US$ 18 bilhões por ano.
O desafio

Um grande desafio para as operadoras de saneamento são os altos níveis de perda de água do seu sistema de distribuição devido a perdas físicas (vazamentos na infraestrutura das redes) e perdas comerciais (submedição, água furtada ou falta de faturamento adequado).

 

A diferença entre a quantidade de água fornecida  ao sistema de distribuição e a quantidade pela qual os consumidores são, de fato, cobrados é chamada de água não faturada (ANF). 

 

Os altos índices de ANF levam a custos operacionais elevados, faturamentos reduzidos e fraco desempenho da operadora de saneamento. Eles também reprimem o avanço dos níveis de serviço ao cliente e a capacidade de expansão da cobertura do serviço pela operadora de saneamento.

 

O desafio global:

  • Mais de 1,4 bilhão de pessoas não têm acesso à água potável.
  • A diferença entre o abastecimento e a demanda de água está constantemente crescendo, esperando-se chegar a 40% em 2030.
  • Situações de escassez de água afetarão um terço da população mundial até 2025.
  • Aumentos constantes no preço da água e disponibilidade reduzida.

 

O desafio local:

  • As cidades estão se expandindo rapidamente: até 2050, mais de 70% da população mundial viverá em áreas urbanas.
  • A maioria das redes urbanas de abastecimento de água está envelhecida e incapaz de servir à demanda crescente.
  • Falta investimento na substituição de encanamentos e na gestão da rede ao longo dos anos.
  • As operadoras de saneamento estão ocupadas com questões cotidianas, não com planejamento de longo prazo.
  • Falta de recursos, financiamento e conhecimento para lidar com a água não faturada (ANF).
  • Falta de suporte da comunidade à operadora de saneamento.

 

A complexidade da redução de ANF:

 

"Muitas das falhas observadas até agora se devem à subestimação das dificuldades técnicas e complexidade no gerenciamento da ANF. A ANF é um problema complexo e integrado, e necessita de uma solução complexa e integrada."

Roland Liemberger, Gerente de projeto, Miya Ásia.

 

Governos e operadoras erroneamente tentam fornecer melhores serviços hídricos:

  • Aumentando a produção de água.
  • Desenvolvendo novas fontes de água doce ou construindo represas.
  • Construindo usinas de tratamento e dessalinização.
  • Investindo massivamente na substituição de tubulação.

 

Embora tais investimentos sejam necessários, inserir mais água em um sistema danificado significa apenas a perda de mais água potável.

 

Além disso, abordar apenas um aspecto da ANF não resolve o problema. Os sistemas de abastecimento de água são dinâmicos: a mudança de qualquer componente afeta todo o sistema, e uma visão global é a chave para uma redução bem-sucedida de perdas da água.

 

Metodologias têm sido desenvolvidas para reduzir a ANF, mas é um processo desafiador. A Miya oferece às operadoras de saneamento, uma equipe com vasta experiência internacional para planejar uma transformação eficaz e viável economicamente, com benefícios para os clientes, a comunidade e o meio ambiente.

 

"Tentaram-se várias soluções ao longo dos anos utilizando-se recursos internos e externos. Nada tornou nossa rede mais eficiente porque cada ação teve seus benefícios e consequências. Finalmente definimos que somente um enfoque amplo, integrado como o da Miya, que abrange todos os aspectos de eficiência da rede, poderia resolver os problemas."

Glen Laville, Gerente geral do Bahamas Water & Sewerage Corporation.